O problema é a falta. O doce e suave vento numa manhã de sábado qualquer. A necessidade de conversar. Esse é o problema. É o querer algo estranhamente atingível e incomumente evitável, mesmo que seja o que eu gostaria de ter nesse momento. É o impossível, porém importante “com ou sem você”. É o dobrar a esquina numa rua tumultuada que não é o lugar que ele frequenta, mas é o lugar que eu espero, secretamente, que ele esteja. O meu problema é ainda sentir falta de uma pessoa que deveria me amar incondicionalmente e que por algum motivo não me quer.
Não sei se por comodismo ou por orgulho.
Mas pai deveria ser pai.